domingo, 31 de julho de 2011

Planejar para o bom futuro da empresa

fonte:internet

O mercado atual nos cobra muita competência e agilidade, nos transformando em máquinas que correm contra o tempo para não ser esmagados na corrida desenfreada do mundo moderno. E o lema que toda organização diz: temos que estar à frente e sermos o melhor!
Pois bem, essa realidade é assustadora, mas nos acostumamos com tanta loucura, com as cobranças e até com a falta de qualidade nos serviços. Quando falo nessa falha da qualidade, me refiro à falta de planejamento que muitas organizações se prestam a fazer sempre. E quando fazem é em curto prazo, pensam no agora e na concorrência e o futuro pouco importa.
Tudo bem que isso é o resultado da pressa que o mercado tem e os concorrentes não esperam, sempre procuram estar um passo à frente. No entanto é necessário que toda organização pense no amanhã, a falta de estratégias acabam estragando as ações que poderiam trazer ótimos resultados com o passar do tempo.
O que está valendo hoje são ações imediatistas, naquele momento e só. As estratégias que poderiam a longo prazo trazerem novos resultados positivos são esquecidos.
Na área da comunicação de uma organização, é imprescindível o planejamento, nada é feito de qualquer forma, por impulso. É preciso pensar no futuro, na imagem da organização, para que ela não seja alvo de críticas ou até crises que afetem a sua reputação.
No caso da internet, as organizações viram-se obrigadas a entrarem nesse mundo infindo de informações. E a partir dessa ação elas passaram a apresentar suas características nas redes sociais e compartilhando tudo que seja importante para os seus clientes.
Elas acabam esquecendo que um planejamento a longo prazo é capaz de eliminar futuras dores de cabeça. Combinar com todos os responsáveis pela comunicação e principalmente quem administra os perfis da empresa nos sites de relacionamento deve estar em acordo com as ações propostas e executá-las com transparência e seriedade. Nada de esconder informações ou recusar a respondê-las publicamente. Quanto mais clara e correta for as atividades da organização, mais seguidores e amigos ela terá.
O que importa no ciberespaço não é a quantidade de informações que a organização está jogando a cada dia, mas o seu compromisso e seriedade com o público que a segue e acredita no seu potencial.
Fazer amigos nas redes sociais é muito bom, melhor ainda é saber que eles admiram o seu desempenho e acompanham cada detalhe que você publica. E isso para as organizações é algo maravilhoso, pois além de diminuir a distância entre eles, a confiança cresce e a troca de experiências melhora a forma de relacionamento entre as duas partes.
Uma organização amiga de seu público sempre estará presente e será lembrada por seus clientes. É só questão de um bom relacionamento, essa é a chave que abre as portas do sucesso. Assim, os bons resultados chegarão sempre! 

quarta-feira, 27 de julho de 2011

AS RPS E AS MÍDIAS SOCIAIS

fonte:internet


Todos sentiram na pele as mudanças ocorridas nos últimos tempos no relacionamento entre empresas e públicos. Sempre chegam notícias de empresas que lançam promoções, através dos sites de redes sociais. Mas os mais queridos e rápidos são o twitter e o facebook.
Essas ações são exemplos de mudanças que as empresas tiveram com seus clientes. Vídeos que apresentam o produto ou o serviço atraem muitos olhares, uma bela forma de conquistar verdadeiros fãs.
As mídias Sociais além de nos oferecer várias formas de compartilhamento, nos aproxima de quem e do que nos interessa. Se eu adoro uma marca de sapato e sempre estou por dentro das atualizações, sempre estarei circulando em suas redes sociais. E se eu não conheço uma marca que acaba de chegar no mercado e me convenço que ela é muito boa é porque as ações desenvolvidas em suas redes me convenceram e mostraram suas reais qualidades e passaram credibilidade.
Como as Relações Públicas são responsáveis pela imagem de uma empresa, cabe ao profissional desenvolver estratégias voltadas para as redes sociais e inserir a empresa nesse novo paradigma de relacionamento.
Não basta criar um perfil para a empresa e publicar sua atividades. É preciso ir além, procurar interagir com os diversos públicos e conquistar os que não a conhecem.
Interação é a palavra chave que todas as organizações devem adotar e praticar. Pois a internet não é simplesmente multiplicadora de informações, existem pessoas que interagem nesse mundo virtual. E por isso tudo que é compartilhado merece ser discutido.
Desenvolver atividades que permitam a participação dos clientes faz parte das ações desenvolvidas pelos RPs que procuram manter um relacionamento sério baseado na confiança  de seus clientes. E para que ocorra esse processo é preciso que a organização seja responsável e comprometida com o trabalho que desenvolve. Atender as necessidades do seu público e abrir espaço para discussões são os melhores caminhos para ser sempre lembrada.



sábado, 16 de julho de 2011

COMPARTILHANDO



"Para Entender as Mídias Sociais" é um ebook que foi produzido por pesquisadores e profissionais da área.
É gratuito e você tem varias maneiras de baixar.
entre no blog e confira!
Leia e compartilhe as suas opiniões =)

Boa leitura

http://paraentenderasmidiassociais.blogspot.com/2011/04/download-do-ebook-para-entender-as.html?spref=fb

terça-feira, 28 de junho de 2011

CARREIRA

5 passos para atingir seus objetivos profissionais


Executivo avalia a importância do planejamento e explica como elaborá-lo da maneira mais eficiente para se conseguir sucesso profissional


Que a vida tem seu próprio caminho e que nem sempre o que planejamos acontece, não é segredo para ninguém. Mas isso não dispensa a elaboração de um plano de carreira, principalmente se o profissional quer aumentar suas chances de sucesso na conquista de seus objetivos.

O CEO do Grupo Soma, Antônio Carminhato, apesar de reconhecer que muitos executivos de sucesso não fizeram um plano de carreira, avalia que é fundamental os jovens sem muita experiência, e mesmo os executivos formados, se preocuparem com um planejamento.
Traçar metas, definir objetivos e saber onde se quer chegar é importante, pois só com esses dados em mãos você vai saber o que é preciso fazer para conquistar seus objetivos.

Tenha um modelo

Carminhato sugere que antes de tudo o profissional tenha um benchmark, ou seja, um modelo de executivo que ele admire. 


“Se ele tiver um modelo, um profissional que ele admira, ele poderá traçar um plano de carreira baseado na experiência de outros executivos”, avalia Carminhato. Encontrado seu benchmark, é o momento de traçar suas metas e objetivos. É indispensável que o indivíduo tenha um objetivo profissional. Caso não o tenha, o plano de carreira não será necessário, mesmo porque, nesses casos, qualquer destino é válido. 



Defina suas metas 

Para traçar seu plano de carreira, saiba que é sempre bom ter uma meta factível, considerando o médio e o longo prazo. O CEO do Grupo Soma fala em prazos de cinco a dez anos. A faixa temporal sugerida é interessante, pois tudo vai depender muito do que se pretende atingir. Para determinados objetivos, cinco anos é um prazo insuficiente, mas para outros, dez é demais.

Tenha em mente também que, na definição do plano de carreira, o imediatismo é um grande inimigo. Saiba que tudo no mundo profissional é lento e gradual, “ninguém sai da posição de estagiário e vira gerente”. É preciso considerar toda a escala de evolução dentro da empresa para que se atinja o determinado status planejado.

Desenvolvendo as competências


Mas sejamos práticos: como um plano de carreira vai te ajudar? “Ele ajuda principalmente no sentido de definir um cenário claro e palpável do que você precisa para chegar onde quer”, afirma Carminhato.


A ideia é a seguinte: depois de traçar seu objetivo profissional, observe aquele modelo de executivo que você definiu inicialmente. Dessa observação, coloque no papel as competências que ele possui e confronte com as suas. Veja o que você precisa desenvolver e reconheça o que não domina.

Esse trabalho vai ajudar a deixar as coisas mais claras, pois você percebe onde está, onde quer chegar e o que precisa fazer para que tudo aconteça. Com isso claro e bem definido, é possível traçar metas de ano em ano, ou seja, nos próximos dois anos, por exemplo, foque no desenvolvimento de determinadas competências que acredite ser mais interessantes; nos dois anos seguintes, escolha outras. Assim, você vai conquistando as competências de uma forma gradual e consistente.

Reciclagem profissional


No curso da sua carreira, oportunidades para realizar uma reciclagem profissional não vão faltar, mas cuidado, tudo deve ser muito bem avaliado e ponderado. Em uma época na qual os profissionais trocam muito mais de emprego do que se costumava fazer, é importante não se precipitar.


“Reciclagem profissional é saudável, mas a reciclagem de uma forma acelerada, não”, o CEO do Grupo Soma ainda complementa que deve haver um período de equilíbrio entre a troca de posição e o tempo mínimo que o profissional deve ficar na empresa.

O ponto crítico para decidir entre sair ou não de uma empresa deve ser as oportunidades de desenvolvimento que a mesma oferece. Então, veja se sua empresa está lhe oferecendo essas oportunidades, e que elas sejam sólidas e reais, e, em caso afirmativo, prefira aproveitá-las a buscar outras posições. Se acreditar que já esgotou todas as oportunidades, então é hora de mudar.

Lembre-se sempre: a análise deve ser fria, madura e sem qualquer tipo de envolvimento emocional. Tenha ainda em mente o longo-prazo, não se deixe levar pelo imediatismo do curto prazo. “Pode ser que uma mudança rápida de emprego traga uma satisfação momentânea na nova posição, mas pode gerar um outro processo de estagnação que não estava previsto”, avalia Carminhato.

Outros pontos que são importantes considerar na análise são, em primeiro lugar, se você gosta do que faz, se é reconhecido e, também, a questão do salário, que pode não ser o ideal, mas deve estar adequado pelas atividades que desenvolve dentro da empresa.

E se no meio do caminho as coisas não forem exatamente como você pensava?


Hoje, o mercado e as pessoas estão muito mais flexíveis do que há alguns anos. Se você percebeu que a profissão escolhida não era exatamente aquilo que esperava, considere fazer uma segunda graduação, por que não?


A questão aqui é responder a perguntar fundamental: vou ficar os próximos 50 anos assumindo o erro que eu fiz ou vou tomar uma decisão e fazer aquilo que eu gosto? Lembre-se ainda que a vida profissional já não é mais de 30, 35 anos como era no passado; ela agora é muito mais longa, pela própria longevidade da população.

Com isso em mente, avalie muito bem e prefira atrasar quatro ou cinco anos sua carreira profissional do que estragar o resto da sua vida. A decisão, claro, é extremamente pessoal e não deve, em hipótese alguma, ser tomada pela impulsividade.

Não esqueça, porém, que o curso da vida pode levá-lo para caminhos jamais planejados, mas isso não dispensa um plano de carreira. “Não é porque o mar vai estar tumultuado que eu não vou fazer um planejamento da travessia do oceano, não vou deixar meu barco ao léu só porque pode acontecer uma coisa lá no meio do oceano”.

O plano da travessia é sim essencial e, se lá no meio do oceano tiver uma turbulência,  você com certeza vai estar muito mais bem preparado para decidir do que se não tivesse feito o plano antecipadamente.




fonte: Infomoney, retirado do site Administradores.com